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	<title>Biografia</title>
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	<dc:language>en</dc:language>
	<dc:creator>krunovukovic@wmd.hr</dc:creator>
	<dc:rights>Copyright 2016</dc:rights>
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	  <title>Irma M. Jula Ivanišević</title>
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	  <description><![CDATA[<p><img src="https://mucenice.kblj.hr/images/made/images/uploads/rss_jula.jpg"></p><p>Nasceu no dia 25.11.1893 em Godinjak, Croácia, e foi batizada o dia seguinte.</p>

<p>Frequentou a escola elementar com bons resultados, mas depois da quarta série devia ser licenciada por “causa da pobreza”. Aos 11 anos, ficou em casa ajudando os pais nos trabalhos domésticos e agrícolas. Vivia de modo modesto e silencioso desde a sua primeira juventude; distinguia-se das outras crianças pela sua bondade e obediência à mãe e ao pai. Amava ler as biografias dos santos e recontava-as depois para seus/suas colegas que, de boa vontade, se reuniam em torno dela.</p>

<p>Já desde jovem havia decidido não casar, porque queria ser Irmã; muitas vezes falava que gostaria tornar-se mártir. Fez voto de não comer carne e nele persistiu até a entrada no convento, quando teve que comê-la por obediência. Desde jovem era muito piedosa e serena, modesta e discreta no vestir-se e no comportamento. Nunca participava das festas populares e nem da dança; ao contrário, andava à igreja onde dirigia as orações, em particular as devoções marianas. Por causa da doença da mãe, precisou esperar dois anos para entrar no convento e quando a mãe morreu, ela deixou a casa paterna dizendo:&nbsp;“Vou servir Jesus.”</p>

<p>Foi acolhida na Congregação das FDC no dia 11.02.1914, em Sarajevo; foi admitida ao noviciado no dia 16.08.1915, em Viena, Áustria; pronunciou os primeiros votos no dia 16.08.1916, em Viena; &nbsp;e os votos perpétuos no dia 29.07.1923, em Sarajevo.</p>

<p>No curso da vida desenvolveu diversos serviços: trabalhos de casa, fadigosos trabalhos na lavoura, foi superiora local – o que não a dispensou das lidas: domésticas, agrícolas e do estábulo.Foi uma religiosa exemplar especialmente na obediência. Fazia tudo com zelo, calma e paciência. Teve grande confiança na Providência Divina e jamais teve medo de não ser atendida. A sua confiança em Deus ajudava-a sempre em situações mais difíceis.</p>

<p>Em outubro de 1932 foi nomeada superiora da comunidade de Pale e permaneceu até o seqüestro, no dia 11 de dezembro de 1941. Na comunidade, graças à bondade e à espiritualidade de Irmã Jula, predominava um espírito de compreensão, de oração, de sacrifício e de amor.</p>

<p>Possuía uma alma pura, edificante, sempre e serenamente disposta, gentil e pronta a prestar um favor. Era assídua e plena de entusiasmo pela sua vocação; como superiora tinha bom senso e era justa; às submissas era uma verdadeira irmã e verdadeira mãe e por isso a queriam bem e a respeitavam. Era uma religiosa unida a Deus, do qual irradiava paz e equilíbrio interior; plena de amor e de compreensão para com todos.</p>

<p>Era devota, rezava muito e cultivava particularmente a devoção ao Espírito Santo. Sabia aconselhar com sabedoria quem se encontrasse com diversas dúvidas e dificuldades. Ela nunca foi vista perdendo tempo, mas sempre ocupada pelo trabalho ou imersa na oração, na meditação ou na leitura dos livros de devoção. Era para todas as coirmãs um exemplo vivo da religiosa equilibrada e séria; com as palavras e o próprio exemplo atraía as outras para a devoção, a humildade e a prontidão para o sacrifício.</p>

<p>Suas cartas refletem a beleza do seu ânimo consolidada na particular devoção a Nossa Senhora e na humildade:&nbsp;Procura, com todas as forças, seguir a Virgem santíssima, particularmente na sua modéstia e humildade. A humildade é o fundamento de toda a virtude e a soberba é o início de todo o mal. (…) Todos somos fracos e miseráveis, enquanto vivemos neste mundo, por isso temos necessidade de muitas graças e da ajuda de Deus. Reza com frequência, também se brevemente, por que só a oração nos salvará da perdição.</p>

<p>Nas suas últimas cartas de 1941, mostra que é consciente da situação perigosa em Pale, bem como de estar nas mãos de Deus. No dia 11 de dezembro de 1941, ela demonstrou quanto amor nutria pela sua comunidade!&nbsp;Onde estão as Irmãs, ali devo estar também eu,&nbsp;disse ao doméstico e correu para casa. Sabia que as Irmãs estavam em perigo e não queria deixá-las sozinhas. Em&nbsp;Goražde,&nbsp;dia 15 de dezembro de 1941, na noite do massacre, com quarenta e oito anos, Irmã Jula foi a primeira a saltar da janela da caserna pronunciando as palavras:&nbsp;Irmãs sigam-me! Vamos a Jesus!</p>

<p><em>Irmã Jula sofreu o martírio dia 15. 12. 1941 em Goražde, Bósnia, com a idade de 48 anos.</em></p>]]></description> 
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	  <dc:date>2016-03-24T10:35:00+00:00</dc:date>
	  <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:35:00 +0100</pubDate>
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	<item>
	  <title>Irmã M. Berchmana Leidenix</title>
	  <link>https://mucenice.kblj.hr/biografia/martires/irmae-m.-berchmana-leidenix</link>
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	  <description><![CDATA[<p><img src="https://mucenice.kblj.hr/images/made/images/uploads/rss_berchmana.jpg"></p><p>Nasceu dia28. 11. 1865 em Enzersdorf, Áustria e foi batizada dois dias depois, dia 30. 11.</p>

<p>Frequentou o Instituto Mariano das FDC, em Viena, nele fez o curso de Habilitação ao Magistério e tornou-se educadora na Escola Materna.&nbsp;Foi acolhida na Congregação/FDC dia 11. 09. 1881. Em Viena também foi admitida ao noviciado dia 17. 08. 1882, pronunciou os primeiros votos dia 20. 08. 1883 e os votos perpétuos no dia 17. 08. 1892.</p>

<p>Imediatamente após a primeira profissão foi enviada para a Bósnia, onde permaneceu durante toda a sua vida. Havia lecionado nas Escolas da Congregação, em Tuzla e em Sarajevo. Sempre foi conscienciosa na sua profissão e obteve bons sucessos no âmbito do ensino e da educação obtendo, na turma, uma disciplina exemplar.&nbsp;A sua vida foi sempre perfeitamente irrepreensível, mas para chegar a esta “perfeita irrepreensibilidade” Irmã Berchmana precisou lutar com os pontos frágeis do seu caráter.O quanto se empenhou na própria formação, com constância e com bom êxito, isto o demonstra o fato de que no período de 1931 a 1936 ela foi nomeada mestra das noviças. As noviças testemunham sobre suas qualidades humanas, cristãs e religiosas: foi uma alma muito santa e piedosa, plena de Deus. Para todas as noviças, foi uma verdadeira mãe. Foi uma religiosa segundo o Coração de Jesus, exemplar; um modelo esplêndido na oração e no sacrifício, generosa e gentil; possuía um grande amor para com Deus, a Congregação e o próximo.</p>

<p>Possuía uma fé profunda e era muito devota; frequentemente se encontrava na capela, imersa na oração, diante do Santíssimo Sacramento, em profundo recolhimento; exortava as noviças a fazer muitas vezes a adoração, a manter o recolhimento e o silêncio. Embora fosse muito inteligente, era modesta e humilde, paciente e abandonada à vontade de Deus. Sabia vencer a si mesma, em tudo, sem exigir nada de especial para si - nem sequer em razão da velhice e da doença.</p>

<p>Distinguia-se particularmente pelo bom senso, a pontualidade, a disciplina e a todas dava o bom exemplo no cumprimento das regras. Era muito atenta aos próprios gestos e reações. Vigiava seus sentidos: os olhos para que não olhassem coisas vãs, os ouvidos para que não escutassem tagarelices, mas somente palavras edificantes e espirituais. Muito severa, por natureza, porém possuía a grande aspiração de infundir, nas noviças, o verdadeiro espírito para que se tornassem boas religiosas. Era possível notar que ela possuía experiência profunda quanto às coisas que ensinava às noviças e passava-lhes o que ela mesma vivia. Em suas palavras e no seu comportamento refletia sua fé viva e o seu amor por Cristo.</p>

<p>Dizia:&nbsp;Por dois motivos sou infinitamente grata a Deus: porque nasci e fui educada na fé católica e porque fiquei Irmã. Às noviças havia confiado que aspirava ao martírio.</p>

<p><em>Irmã Berchmana sofreu o martírio no dia 23. 12. 1941, em Sjetlina, Bósnia, com a idade de 76 anos.</em></p>]]></description> 
	  <dc:subject></dc:subject>
	  <dc:date>2016-03-24T10:34:00+00:00</dc:date>
	  <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:34:00 +0100</pubDate>
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	<item>
	  <title>Irmã M. Krizina Bojanc</title>
	  <link>https://mucenice.kblj.hr/biografia/martires/irmae-m.-krizina-bojanc</link>
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	  <description><![CDATA[<p><img src="https://mucenice.kblj.hr/images/made/images/uploads/rss_krizina-bojanc.jpg"></p><p>Nasceu no dia 14. 05. 1885, em Zbure, Eslovênia e foi batizada no mesmo dia.</p>

<p>Ajudou a mãe e a família até seus 36 anos. Na idade já adulta teve ocasião de conhecer algumas Filhas do Amor Divino que faziam coletas, na Eslovênia, para sustentar a sua obra educativo-caritativa na Bósnia. Então falou do seu desejo de ir ao convento e, no dia 28. 12. 1921 foi acolhida na Congregação FDC, em Sarajevo. Foi admitia ao noviciado no dia 26. 07. 1922; pronunciou os primeiros votos no dia 28. 07. 1923 e os votos perpétuos no dia 05. 08. 1926, em Sarajevo.&nbsp;Viveu na Bósnia, em muitos lugares, destinada, sobretudo aos trabalhos fatigosos no campo, no estábulo, na lavanderia e no cuidado aos porcos.</p>

<p>Era por natureza muito tímida, por isso não conseguia conduzir sozinha grandes empenhos. Todavia, em todo serviço mostrava-se conscienciosa, confiante e pronta para o sacrifício. Era uma religiosa exemplar, simples, modesta, humilde, diligente, paciente e abandonada à vontade de Deus. Distinguia-se, de modo particular, no amor para com as Irmãs, prestando-lhes ajuda, sempre e o quanto lhe era possível. Em particular cuidava das Irmãs jovens, às quais dizia como uma mãe, que eram muito jovens para os trabalhos pesados. Por isto ela escolhida sempre a parte mais difícil, deixando para as outras os trabalhos mais leves.</p>

<p>Era notável a sua particular devoção a Nossa Senhora e recomendava também às outras Irmãs a recorrerem fervorosamente à Mãe de Deus em todas as necessidades da vida. Era calma e muito devota; em silêncio, interiormente rezava. Pelas suas atitudes se percebia que era plena de Deus e que n’Ele pesava sempre. Este grande amor que nutria por Deus, sobretudo por Jesus eucarístico, o demonstra um episódio acontecido no bosque de Pale, onde foi vista chorando por não terem todos os dias a Santa Missa e a S. Comunhão.</p>

<p>Dizia com frequência que desejaria muito morrer como mártir. Parece que o seu aspirar ao martírio tenha sido um estímulo constante, no curso dos anos, a não poupar-se a si mesma e nem as próprias forças, mas a escolher e aceitar aquilo que custava mais.</p>

<p><em>Irmã Krizina sofreu o martírio dia 15. 12. 1941 em Goražde, Bósnia, com a idade de 56 anos.</em></p>]]></description> 
	  <dc:subject></dc:subject>
	  <dc:date>2016-03-24T10:33:00+00:00</dc:date>
	  <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:33:00 +0100</pubDate>
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	<item>
	  <title>Irmã M. Antonija Fabjan</title>
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	  <description><![CDATA[<p><img src="https://mucenice.kblj.hr/images/made/images/uploads/rss_antonija-fabjan.jpg"></p><p>Nasceu dia 23. 01. 1907, em Malo Lipje, Eslovênia; foi batizada no dia seguinte, 24. 01.</p>

<p>Era uma menina particular, muito pacífica e piedosa, inteligente e dotada.</p>

<p>Foi acolhida na Congregação FDC dia 09. 04. 1929, em Sarajevo e lhe foi confiado o trabalho na horta. Desde candidata mostrou-se devota, assídua e conscienciosa e já no dia 23. 09, do mesmo ano foi admitida ao postulantado. Sobre a postulante, no relatório antes do noviciado, foi notado que: possui um caráter laborioso e tranquilo, na conduta é simples, sempre gentil e agradável, ama a oração e é muito obediente e conscienciosa. Foi&nbsp; admitida ao noviciado dia 19. 03. 1930, em Sarajevo e mostrou-se diligente, pronta para o trabalho, conscienciosa e persistente, entusiasmada pela vida religiosa, devota e assídua nas obrigações da vida religiosa. Pronunciou os primeiros votos dia 19. 03. 1932; os votos perpétuos dia 28. 08. 1937, em Sarajevo.</p>

<p>Tomava a sério a própria vocação; era uma religiosa reservada, calma, piedosa e diligente e este seu exemplo atraía as outras Irmãs que queriam aprender a viver como ela. Falava pouco, dizendo somente o que era mais necessário e útil para o próximo. Quando falava fazia-o, normalmente, para dizer alguma coisa sobre a vida espiritual. Tinha domínio de si mesma e assumia de sério, a própria formação espiritual. Distinguia-se, sobretudo, na obediência; foi muito humilde, contentava-se com as coisas simples. Amava Deus sobre todas as coisas e a Ele oferecia, com amor, tudo o que fazia durante a jornada. Entrava na capela, com frequência, e recolhida rezava silenciosamente. O amor a Deus fazia brotar nela um particular amor ao próximo. Nunca foi preciso pedir-lhe um favor porque ela mesma percebia as necessidades das Irmãs e sempre estava pronta a ajudá-las. A regra da sua vida foi esta: “Se alguém te fizer o mal, faze-lhe o bem.”</p>

<p>A propósito, de Irmã Antonija não se sabe que falasse expressamente do martírio, porém era notável o seu grande entusiasmo pela vida religiosa. A sua preparação, ao martírio e ao dom total de si mesma, deduz-se do seu empenho quotidiano de amar a Deus sobre todas as coisas, sobretudo nas fadigas do trabalho no campo e na horta, e de amar as Irmãs e todas as pessoas, fazendo-lhes o bem.</p>

<p><em>Irmã Antonija sofreu o martírio quatro anos depois dos votos perpétuos, dia 15. 12. 1941, em Goražde, Bósnia, com 34 anos de idade.</em></p>]]></description> 
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	  <dc:date>2016-03-24T10:32:00+00:00</dc:date>
	  <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:32:00 +0100</pubDate>
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	<item>
	  <title>Irmã M. Bernadeta Banja</title>
	  <link>https://mucenice.kblj.hr/biografia/martires/irmae-m.-bernadeta-banja</link>
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	  <description><![CDATA[<p><img src="https://mucenice.kblj.hr/images/made/images/uploads/rss_bernadeta-banja.jpg"></p><p>Nasceu dia 17. 06. 1912, em Veliki Grđevac, Croácia e foi batizada no dia seguinte, 18. 06.</p>

<p>Freqüentou, na própria aldeia, a escola elementar. Já na infância era assim devota: rezava o rosário enquanto cuidava o gado. Mesmo que fosse de caráter alegre, muitas vezes procurava um lugar solitário para rezar. Durante a infância, no ânimo de Terezija tornava-se ardente o desejo de entrar no convento. No dia da sua partida, ela disse: “Preferirei morrer a não realizar a minha vocação.”</p>

<p>Foi acolhida na Congregação FDC em junho de 1929 e no dia 02. 02. 1930, em Sarajevo começou o postulantado; foi admitida ao noviciado dia 05. 08. 1930, em Sarajevo. Desde candidata já se mostrava muito obediente e responsável na realização dos deveres a ela confiados; na obediência era conscienciosa e pronta a sacrificar-se. Sobre a postulante foi escrito: “o seu caráter inclina ao orgulho, todavia acolhe as admoestações com calma por que aprendeu a dominar-se”. Durante o noviciado, a sua mestra Irmã Berchmana, notou que a Irmã Bernadeta possuía bom senso e era prática, muito capaz, atenta e perseverante nos trabalhos da cozinha; muito disponível e pronta também para outros serviços. Os primeiros votos pronunciou no dia 15. 08. 1932; os votos perpétuos dia 28. 08. 1938, em Sarajevo. Dois meses depois dos primeiros votos, Irmã Bernadeta foi transferida para Pale, destinada para o serviço na cozinha, onde permaneceu até a sua morte; esta foi sua única transferência.</p>

<p>Foi uma Irmã plena de bondade e de amor. Não foi somente muito fiel às orações prescritas, mas durante o trabalho elevava o coração ao Senhor com jaculatórias, e assim transformava o seu trabalho na cozinha em oração perene. No seu serviço de cozinheira foi muito esforçada e boa, modelo no trabalho, obediente, paciente e muito diligente; preparava a comida com grande amor e zelo. Agradava-lhe o recolhimento e o silêncio. Era fiel nas pequenas coisas, contente com tudo, sem nunca lamentar-se de alguma coisa ou de alguém. Não perdia a ocasião de fazer algum favor às coirmãs, aos necessitados.</p>

<p>Tinha um defeito físico e dele era consciente: era de baixa estatura, muito pequena, e por isso devia servir-se de um escabelo para poder cuidar e misturar as comidas que estava preparando. Aceitava heroicamente este defeito dando a impressão de suportá-lo com alegria. Apesar disto era perseverante, incansável e alegre no seu serviço. Assim se preparava para testemunhar, com o sangue, o que disse quando deixou a casa paterna para ir ao convento: “Prefiro morrer a não realizar a minha vocação.”</p>

<p>Irmã Bernadeta sofreu o martírio dia 15. 12. 1941, em Goražde, Bósnia, com a idade de 29 anos.</p>]]></description> 
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	  <dc:date>2016-03-24T10:31:00+00:00</dc:date>
	  <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:31:00 +0100</pubDate>
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